Secretário de Educação encerra programação feminina do Congresso de Municípios

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O penúltimo dia do 60º Congresso Estadual de Municípios, em Campos do Jordão, encerrou as palestras voltadas às primeiras damas e presidentes dos Fundos Sociais das cidades paulistas. Para fechar os assuntos destinados ao público feminino, esteve presente, na tarde de quinta-feira, 31, o secretario de Estado da Educação, José Renato Nalini, que falou sobre a Educação em São Paulo e a Legislação sobre a Inclusão Escolar.

Para o secretário, inclusão é um tema recorrente e que o Brasil inteiro discute, por conta da nova lei, que, para ele, é bastante ambiciosa e nos equipara a países de primeiro mundo, apesar de achar não haver condições para atender a todos os comandos nela contidos. “O interessante é que a sociedade está sendo despertada para essa responsabilidade social, de fazer com que todos os seres humanos, independente de suas diferenças físicas, psicológicas e especiais possam ser incluídos em tudo aquilo que é de direito fundamental”, afirma Nalini.

O secretário lembrou as dificuldades econômicas do país, como um limitador. “Temos toda uma série de questões a serem discutidas, analisadas e enfrentadas com bom senso, embora, o que nos dificulte em 2016 é a profunda crise econômico-financeira que impede que atendamos as mais legítimas reivindicações”.

Ele saudou a ação dos Fundos de Solidariedade. “É importante saber que temos pessoas muito interessadas lançando mão da criatividade para substituir a falta de recursos”.

Para finalizar, Nalini destaca que, com a falta de recursos, não há condições de cumprir fielmente tudo aquilo que a lei determina. “Estamos dentro do possível fazendo aquilo que nos permite o orçamento minguado, escasso e contingenciado do Estado de São Paulo – que foi o que mais sofreu com a catástrofe nacional- para fazer o que determina a Lei da Inclusão, que é tão saudável e benéfica ao nosso país”, conclui.

Balanço

A primeira dama da Associação Paulista de Municípios e presidente do Fundo Social de São Manoel/SP, Andrea Siqueira Campos Monti, fez um balanço da programação especial voltada ao público feminino, da qual também foi a coordenadora geral.

Só no primeiro dia foram 46 primeiras-damas presentes ao Congresso, o que para Andréia é um número bastante expressivo, diante de um ano muito complicado e de dúvidas com a situação política. “Acho muito importante as mulheres estarem aqui, pois a única maneira de conseguirmos mudar o que temos ao redor da nossa sociedade é através do conhecimento. Essa troca de informações é muito rica”, declarou.

E a coordenadora completou: “Dinheiro nenhum município tem. Estão todos com a corda no pescoço. Então vamos ver a criatividade de um e de outro para ver o que serve para nossos municípios”, finaliza Andréia.

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